“O corpo é uma justaposição de memórias, desejos e repressões. Nossa individualidade é dissolvida em imagem pública, feito uma casa, que a seu jeito se molda e é danificada pelo tempo, se reconstrói e cujas frágeis paredes à sua própria maneira recebem segundas, terceiras e quartas camadas de tinta sem nunca estar completa ou perfeitamente segura, apenas espera o dia em que todas as camadas serão desfeitas.”
(via yesterdayicalledyounever)


